Rapidinha de fim de tarde®
Esperando a Aline aparecer para a janta e o café e aproveitando o tempo ocioso para meio que ficar ociosa e talz. Hoje os trinta minutos mais produtivos do dia foi quando eu parei, olhei o por-do-sol massa da minha janela e fiquei... trinta... minutos... pensando alguma imagem que quereria copiar a tinta guache para por na parede, para meu Toccafondo paraguaio não pode ficar sozinho (para-o-quê?-guaio). O problema foi que não tive nenhuma ideia, o que diz que, contra as minhas expectativas, devo estar mais apta à péssima literatura confessional do que às artes plásticas, pelo simples fato de que, se não tenho o que escrever, escrevo porra-nenhuma e tenho quem lê e gosta. E creio que meu(s?) leitor(es?) não teriam um tato tão visigodo para um quadro na minha parede.
Fui ao hospital veterinário hoje, peguei os exames do meu gato. Todos lindos. Apesar do desgaste do rim, o bicho está bem. Engordando e não se cansando de cansar a língua nos seus vários banhos diários. Disseram-me por esses dias que gatos gastam 70% do tempo que passam acordados se lambendo. O meu dorme 80% do tempo. Queria saber o que fiz na vida passada para não receber as graças de ter nascido um persa felpudo.
Hoje olhei para a minha estante de livros e descobri que não quero devolver os livros que peguei emprestado. Se meu superego não se convencer de que isso é feio-feio-feio, haverá gente por aí com a biblioteca desfalcada. E, se vierem me cobrar, ainda respondo um abre-aspas peeedromedevolvemeuchip fecha-aspas, a maior arma contra exigências ressentidas, descoberta recente e que estou louca para usar. Mas antes do processo de tomada, ADORARIA saber com quem estão os meus Palmeiras Selvagens do Faulkner e Cidades Invisíveis do Calvino.
Recentemente estou numa nova crise (3, Revolutions) de Paris Hilton do cerrado. Ah, que bosta ver meus recursos estilísticos, sacadas geniais e brilhante autoria saindo das mãos dos outros, nos blogs péssimos dos outros (porque só o meu blog é o legal). Para, né. Eu tenho tanto trabalho chato me sendo: valorizem. Oras.
Pronto, Aline chegou.
Fui ao hospital veterinário hoje, peguei os exames do meu gato. Todos lindos. Apesar do desgaste do rim, o bicho está bem. Engordando e não se cansando de cansar a língua nos seus vários banhos diários. Disseram-me por esses dias que gatos gastam 70% do tempo que passam acordados se lambendo. O meu dorme 80% do tempo. Queria saber o que fiz na vida passada para não receber as graças de ter nascido um persa felpudo.
Hoje olhei para a minha estante de livros e descobri que não quero devolver os livros que peguei emprestado. Se meu superego não se convencer de que isso é feio-feio-feio, haverá gente por aí com a biblioteca desfalcada. E, se vierem me cobrar, ainda respondo um abre-aspas peeedromedevolvemeuchip fecha-aspas, a maior arma contra exigências ressentidas, descoberta recente e que estou louca para usar. Mas antes do processo de tomada, ADORARIA saber com quem estão os meus Palmeiras Selvagens do Faulkner e Cidades Invisíveis do Calvino.
Recentemente estou numa nova crise (3, Revolutions) de Paris Hilton do cerrado. Ah, que bosta ver meus recursos estilísticos, sacadas geniais e brilhante autoria saindo das mãos dos outros, nos blogs péssimos dos outros (porque só o meu blog é o legal). Para, né. Eu tenho tanto trabalho chato me sendo: valorizem. Oras.
Pronto, Aline chegou.

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